Dicas para sair do trabalho às 18 horas

agosto 6, 2012

Veja alguns hábitos que podem ajudar na hora de administrar o seu tempo no trabalho e sair sempre no horário.

Todos os dias, milhares de profissionais deixam o escritório depois do horário de expediente.

A maioria deles só vai se dar conta que o dia passou quando olha no relógio e vê que são 18 horas. Se você pretende mudar de atitude e não ficar no escritório depois do horário.

Algumas pessoas conseguem ter carreiras gratificantes em conjunto com a vida em casa. O que eles fazem?

Depois de estudar centenas casos, cientistas da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, perceberam que essas pessoas bem-sucedidas adotam algumas táticas para manter o equilíbrio e sair do escritório no horário que realmente devem .

Se você pretende sair do trabalho às 18 horas confira algumas dicas especiais.

Saia no horário

O trabalho nunca acaba, por mais que você tenha resolvido os principais tópicos do dia você vai perceber que já chagaram vários e-mails, pedidos de assistência, chamadas e reuniões que vão preencher todo o espaço disponível. Se você almeja ir para casa com a sua caixa de entrada zerada, nunca vai poder ir para casa. O trabalho sempre estará lá e vai levar o tempo que você disponibilizar para ele.

Então, é importante lembrar de sair no seu horário mesmo que você ainda tenha um e-mail para responder.

Divida seus turnos

Saindo do escritório as 16h não significa que você precisa ficar lá até noite. Tente ir para casa, passar um tempo com sua família ou perseguir outros projetos pessoais, e em seguida pegue o seu laptop de volta em torno de 20h30 por uma ou duas horas. Você provavelmente vai ficar atualizado o suficiente para resolver os problemas que teriam levado você até 20h30 na empresa.

Triagem dos afazeres

Se a sua lista de coisas para fazer no dia tem sido muito ambiciosa, você provavelmente vai perceber que não será possível realizar todas elas. Então, a sugestão é classificar as tarefas mais importantes. Pegue a lista e verifique o que pode ser resolvido agora e o que deve ser esperado, talvez alguns dos problemas já foram solucionados no período da noite.

Fonte: Diário do Nordeste


Faz sentido a ideia de “liderar a si mesmo”?

agosto 3, 2012

Por Flávio Emílio

Esta coluna é publicada as Sextas Feiras e aos Domingos

De vez em quando somos apresentados a novos conceitos da área de gestão de pessoas. Um deles se chama autoliderança. Aprendemos desde cedo que o líder é aquela figura capaz de influenciar pessoas, conduzindo-as a alcançar metas.

Certo! Isso não mudou e muito provavelmente, não mudará…

A questão que se coloca é o que vem antes. Para que possamos desenvolver habilidades de liderar, de forma efetiva, outras pessoas será preciso, primeiro, dominar a autoliderança.

Ser lider de si mesmo começa pelo autoconhecimento. Palavrinha batida essa, não?

Mas não há outro ponto de partida. Ter a noção exata de nossas características particulares como estilo de trabalho, grau de extroversão, inteligência emocional, ambição, dentre outras, nos permitirá avaliar de forma lúcida tanto nossas potencialidades, virtudes quanto os aspectos que precisam ser melhor trabalhados.

Para conduzir outros, precisamos nos dirigir primeiro… Por isso, liderança não se treina… Se desenvolve!

Portanto, o degrau número 1 é a melhoria de suas atitudes e habilidades profissionais. Com o autoconhecimento em dia, dois ganhos preciosos hão de vir: o autodesenvolvimento e a autoestima. Ambos farão muito bem para você e para todos que estarão à sua volta.

Que tal colocar-se como seu primeiro liderado?

Flávio Emílio Monteiro Cavalcanti é administrador e Mestre em Gestão de Recursos Humanos .

http://dropsdecarreira.com.br/blog/


Turnover

julho 30, 2012

Por Ricardo BecK Cougo

O que podemos fazer com a altíssima rotatividade da mão de obra nas empresas?

Resposta: O que a empresa não esta fazendo! Não tem outro jeito a não ser investir, investir e investir no seu “Recurso Humano”.

Primeiro vamos fazer um breve abre parênteses sobre como chegamos à isso.

Pense comigo…

Primeiro: Economia aquecida e ponto final. Oportunidades são sempre acompanhadas de Ameaças. Lembra-se da Analise SWOT que você nunca mais fez?

Segundo: O mundo realmente mudou com a Velocidade e Acessibilidade à Informação. O conhecimento se expande, as notícias voam e as ofertas se alastram pelo mundo Online. Sites e blogs já transformavam o nosso comportamento.

Terceiro: Unindo identidade digital de milhares que utilizam Face e Twitter. Pronto, está feito o coquetel de informações MOLOTOV. O qual implode as empresas que não conseguem reter o seu capital humano. Pois, as ofertas de emprego que explodem, tiraram um grande e equivocado cenário da cabeça do colaborador que reinou absoluto e além do horizonte por dezenas de anos: O MEDO DE PERDER O EMPREGO. Perdendo o medo, se perde o respeito pelo que não faz diferença na sua vida. A empresa que não oferece mais que as obrigações do mercado e dos sindicatos, o básico que não diferencia empresa de EMPRESA. Fecha parênteses.

Senhor X: Ricardo, não concordo com o que você esta falando, cumprimos com todas as nossas obrigações aqui na empresa, agora mais que isso eu não faço.

Ricardo: Fique tranquilo, a rotatividade na sua empresa não diminuirá enquanto a economia não mudar. Mais uma coisa, obrigações devem e tem que ser cumpridas, por isso são obrigações e não opções.

Temos que conscientizar e cobrar das lideranças da empresa, eles são os grandes responsáveis pela motivação, adesão, cumprimento das metas e união do grupo. Isto se eles tiverem as competências exigidas para o cargo e estiverem motivados.

Vamos entender claramente como o colaborador de fato enxerga o pacote de benefícios que a empresa oferece quando ele enxerga, pois, nem sempre este pacote é bem vendido internamente.

Vamos oferecer capacitação sistematicamente, abrindo assim à oportunidade de oferecer ao colaborador a elevação do seu nível de conhecimento e aprendizado. Assim ele pode começar a pensar que nesta empresa ele será um profissional melhor e uma pessoa mais preparada.

Temos que entender que a as gratificações e prêmios só não “ajudam” a motivar quem não precisa deles, ou quem tem que discursar na frente das equipes pela obrigação do cargo que ocupa.

Vamos profissionalizar nosso RH transformando em Gestão de Pessoas.

Sei que não é uma missão fácil realizar toda esta obra e às vezes ainda receber indiferença ou ingratidão. Porém fique tranquilo se você não estiver fazendo, a concorrência estará.

Ricardo BecK Cougo é executivo, consultor, professor e palestrante nas áreas: – Motivacional – Liderança – Negociação e Vendas – Marketing Esportivo.

www.ricardobeckcougo.com.br  contato: contato@ricardobc.com


Como aproveitar ao máximo cursos e treinamentos

julho 29, 2012

Por Flávio Emílio

Esta coluna é publicada as Sextas Feiras e aos Domingos

Participei de um curso há alguns anos no qual o instrutor fez aquele tradicional levantamento de expectativas logo nos primeiros minutos de aula. Em situações como essa, as respostas são invariavelmente as mesmas:

- “Adquirir novos conhecimentos”, disseram alguns

- “Elevar o padrão de competências”, declararam outros

Mas um dos colegas chamou atenção de todos os participantes e deixou o instrutor perplexo… Foi o que respondeu que não tinha “nenhuma expectativa”, pois estava ali apenas “cumprindo ordens superiores”. Apesar de não havermos verbalizado nada, dava para perceber um “oooooohhh” imaginário… pela resposta dura, seca e contundente que ouvimos.

Por mais que sua presença num treinamento promovido pela empresa seja pelo “cumprimento de um determinação superiora”, recomendo que aproveite para aprender um pouco mais. Não há ninguém tão bom que não possa ser melhor. Ninguém sabe tudo… Por isso, é bem mais inteligente agir com diplomacia e procurar assumir a postura de colaborador, tanto para o instrutor, quanto para os colegas.

Outra estratégia eficaz é entrar no curso para aprender, projetando virar instrutor do mesmo conteúdo dentro de poucos dias. Assuma o compromisso de repassar para outros o conteúdo estudado, mesmo que imaginariamente. Isso poderá mudar radicalmente sua atitude diante do treinamento, pois lhe tirará da monótona posição de expectador e lhe fará protagonista do processo. Certamente você anotará mais, perguntará mais, discutirá mais e aprenderá muito mais com tudo isso. Portanto, celebre a inscrição em cada curso e treinamento em sua carreira como um prêmio, uma oportunidade…

Elevar a competência sempre será uma [agradável] necessidade a atender!

Flávio Emílio Monteiro Cavalcanti é administrador e Mestre em Gestão de Recursos Humanos .

http://dropsdecarreira.com.br/blog/


Inserção de pessoas com deficiência no mercado ainda é difícil, segundo especialista

julho 25, 2012

Fonte: Administradores,com

A especialista Márcia Soléra afirma ainda é preciso que exista uma maior aceitação dessas pessoas por parte das companhias. “A questão que nossa sociedade precisa responder é: de que adianta preparar as pessoas para o mercado de trabalho se as empresas se recusam a aceitá-las?”, afirma.

Nesta terça-feira (24), a lei de Cotas Nº 8213/1991 completa 21 anos. A norma estabelece a obrigatoriedade de as empresas contratarem para seu quadro funcional um percentual de pessoas com deficiência. Mas ainda há dificuldade para inserção dessas pessoas no mercado de trabalho, apesar das mais de duas décadas de obrigação legal, segundo Márcia Soléra, gestora executiva da Associação Pestalozzi de Osasco.

A especialista afirma ainda que é preciso que exista uma maior aceitação dessas pessoas por parte das companhias. “A questão que nossa sociedade precisa responder é: de que adianta preparar as pessoas para o mercado de trabalho se as empresas se recusam a aceitá-las?”, afirma.

No Brasil, são cerca de 27 milhões as pessoas com algum tipo de deficiência que estão em idade de trabalhar, segundo o Censo do IBGE. Destas, 4,3% tem deficiência intelectual, ou seja, possuem alguma limitação em sua capacidade de aprender, entender e realizar atividades do cotidiano.

“Isso não quer dizer que elas sejam incapazes. Pelo contrário: as três décadas de experiência da nossa associação mostram que elas têm condições de alcançar sua autonomia, cuidar de si mesmas e prover seu sustento, quando a sociedade as trata dignamente, sem paternalismos e respeita seu direito ao trabalho”, destaca Márcia Soléra

Muita gente ainda pensa que são pessoas doentes, mas a pessoa com deficiência pode agir, estudar, trabalhar, sonhar e viver a vida normalmente, desde que aqueles ao seu redor se preparem para acolher e oferecer os apoios necessários para que ela possa transpor as barreiras. Um cadeirante, por exemplo, não está em desvantagem em relação às demais pessoas em lugares com rampas e rebaixamento das guias das calçadas”, exemplifica Márcia Soléra.

A Lei de Cotas estabelece a obrigatoriedade de contratação de pessoas com deficiência para empresas com 100 ou mais funcionários. O percentual de vagas varia de 2% a 5%, de acordo com o número total de empregados da empresa. Essa obrigação inclui todo tipo de pessoa jurídica, com ou sem fins lucrativos, e também o governo, cujos concursos devem reservar um mínimo de 5% e um máximo de 20% das vagas para pessoas com deficiência.

O processo de contratação é idêntico ao de qualquer profissional, salvo por dois detalhes. Um, de natureza legal: a apresentação de Laudo Médico ou Certificado de Reabilitação Profissional emitido pelo INSS. Outro, de natureza ética: a preparação do ambiente e das pessoas com as quais ele vai trabalhar. “Todos os nossos processos de inserção de trabalhadores com deficiência intelectual são precedidos de treinamento para que chefias e colegas saibam como receber a pessoa com deficiência”, explica Márcia Soléra.

“O processo de sensibilização objetiva transmitir as informações necessárias e contribuir para que o desconhecimento, o preconceito e o medo sejam superados. Este é o segredo de uma inclusão com qualidade”, sintetiza.


Nove dicas para pessoa introvertida ter sucesso

julho 24, 2012

Determinação, motivação e inovação são as chaves para o sucesso. Veja algumas dicas da Rede Universia

A maioria das pessoas introvertidas acha simplesmente assustador o fato de ter que vender suas ideias de negócios, mas isso não significa que os introvertidos não podem ter sucesso nessa área – na verdade, muitos CEOs de sucesso são introvertidos. A chave para o sucesso nem sempre é ser a pessoa mais extrovertida, na verdade, os profissionais falantes podem se perder em sua própria conversa, desgastando e assustando os clientes.

Se você é um profissional introvertido não se preocupe! Confira as dicas que vão te ajudar a manter a sua personalidade e ter sucesso em seus negócios:

Sua natureza

Não tente ser alguém que você não é. Se você é introvertido aceite e lide com essa característica. Tente desenvolver um modelo de negócio que se encaixa com os seus princípios e formas de trabalhar. E o mais importante: acredite que você é tão capaz quanto qualquer outra pessoa.

Pontos fortes

É importante identificar seus pontos fortes e ser capaz de aplicá-los nas suas táticas de negócios planejados. A ideia é melhorar os seus pontos positivos para camuflar as sua inseguranças, isso fará com que você se sinta confortável e seguro.

Encontre o negócio certo

Escolha um negócio em que você realmente acredita que vai dar certo. Não importa qual o projeto, a sua motivação e crença devem estar presentes. Para um introvertido, o sentimento de crença pessoal é vital para o sucesso nos negócios e não deve ser negligenciado. Isso significa que a razão subjacente para entrar neste negócio é o que impulsiona e tem significado para você.

Não faça sozinho

Contrate as pessoas certas para fazer os melhores negócios no seu lugar. Conheça os seu pontos fortes e encontre uma equipe que seja capaz de cobrir as suas falhas. Lembre-se: ninguém vive sozinho.

Seja pragmático

O pragmatismo permite que o introvertido seja um ator, e ensaie antes de eventos sociais, reuniões de negócios e vendas. Ser prevenido é estar preparado e fazer sua lição de casa sobre cada situação social.

Seja diplomático

Transforme as situações difíceis em diplomacia. Os introvertidos geralmente têm um forte senso de justiça e um desejo enorme de ser honesto. É evidente que ser muito franco pode ser perigoso. Se você sentir que seus princípios são desafiados ou que as pessoas não estão chegando ao ponto, procure recorrer às boas maneiras e seja diplomático. Com a prática, você vai criar habilidade para negociar com as pessoas.

Relacionamento

Aproveite ao máximo o tempo que você gasta em seu negócio para garantir que os seus futuros clientes encontrem você. Com isso, um bom relacionamento pode ser construído gerando mais clientes.

Use a internet

A Internet permite que as pessoas encontrem os seus contatos de negócios de maneira direita e sem intermediários. Você pode se relacionar com pessoas através de fóruns de discussão, sites de redes sociais ou simplesmente enviando um e-mail para se apresentar. Usar o contato eletrônico é fácil, eficiente e não intimida niguém.

Mercado na internet

A Internet é realmente o sonho de um introvertido. Você pode vender o que você quiser sem ter que passar por pânico ou desespero. É preciso apenas ter uma boa ideia de marketing digital e de comércio na rede.

Fonte: Diário do Nordeste.


O profissional de sucesso do mundo moderno

julho 23, 2012

Extraído do livro “O perfil do profissional de sucesso do mundo moderno” de Anderson Hernandes.

Fonte:  www.dicasprofissionais.com

Principais Atitudes e Comportamentos dos Bons Profissionais
Hoje em dia, cada vez mais as empresas procuram “verdadeiros” profissionais para trabalharem nelas. Com isso, é evidente que não há mais espaço no mercado de trabalho para profissionais medíocres, desqualificados e despreparados para a função a ser exerciHoje em dia, cada vez mais as empresas procuram “verdadeiros” profissionais para trabalharem nelas. Com isso, é evidente que não há mais espaço no mercado de trabalho para profissionais medíocres, desqualificados e despreparados para a função a ser exercida, mas sim para profissionais habilidosos, com pré-disposição para o trabalho em equipe, com visão ampliada, conhecimento de mercado, iniciativa, espírito empreendedor, persistente, otimista, responsável, criativo, disciplinado e outras habilidades e qualificações relacionadas nos capítulos a seguir.
É importante que você profissional, procure estar preparado para o mercado de trabalho, a qualquer momento da sua vida, independentemente do fato de estar ou não empregado. A história do mercado de trabalho atual tem mostrado que independentemente do cargo que você exerça, você deve estar sempre preparado para mudanças que poderão surgir e mudarão todo o rumo da sua carreira. As empresas não são eternas e nem os seus empregos. Não se engane, não existem mais quaisquer garantias de emprego por parte das empresas, trazendo aos profissionais empregados um ônus constante para manter o seu emprego. Se para aqueles que estão empregados manter a sua empregabilidade não é uma tarefa fácil, para aqueles que estão ingressando no mercado de trabalho atual, as dificuldades serão ainda maiores. Portanto, a seguir vou discorrer sobre algumas das características dos bons profissionais:
Preparado para mudanças 
As empresas buscam por profissionais adaptáveis porque tudo no mundo moderno muda. As tecnologias, as relações de emprego, o mercado, os valores e o modo encontrar soluções para os problemas mudaram, enfim tudo mudou significativamente nos últimos anos e continuarão mudando. Portanto temos de acompanhar o ritmo das coisas. Muitos profissionais pensam que podem fazer as mesmas coisas e do mesmo modo durante toda a vida e depois reclamam porque não são bem sucedidos.
Competência
Competência é uma palavra de senso comum, utilizada para designar uma pessoa capaz de realizar alguma coisa. O antônimo disso, ou seja, incompetência, implica não só na negação dessa capacidade como também na depreciação do indivíduo diante do circuito do seu trabalho ou do convívio social.
Para ser contratado em uma empresa ou para a sua manutenção de emprego não basta ter diplomas e mais diplomas se não existir competência. Por exemplo, um profissional que se formou em direito, até mesmo na melhor universidade, mas que não sabe preparar uma peça processual não terá valor competitivo quer como profissional empregado, quer como prestador de serviços.
Diplomas servirão para dar referencial ao profissional ou até mesmo para enfeitar a parede da sua sala, mas a competência é o fator chave que atrelada à diplomação lhe dará subsídios profissionais para ser bem sucedido. Por isso podemos afirmar categoricamente que a competência não é composta pelo diploma por si só, apesar de que ele contribui para a composição da competência.
Espírito empreendedor
Os dias do funcionário que se comporta como funcionário pode estar com os dias contados. A visão tradicionalista de empregador e empregado, chefe e subordinado estão caminhando para o desuso.
As empresas com visão moderna estão encarando seus funcionários como colaboradores ou parceiros e implementando a visão empreendedora. Isso significa que os empresários perceberam que dar aos funcionários a possibilidade de ganhar mais do que simplesmente o salário mensal fixo, tem sido um bom negócio, pois faz com que o profissional dê maiores contribuições à organização, garantindo assim o comprometimento da equipe na busca de resultados positivos.
Equilíbrio emocional
O que quero dizer com o equilíbrio emocional? Bem, dito de modo simples, é o preparo psicológico para superar adequadamente as adversidades que surgirão na empresa e fora dela.
Vamos chamar o conjunto de problemas que todos nós possuímos de saco de problemas. As empresas querem que deixemos o nosso saco de problemas em casa. Por outro lado, os nossos familiares querem que deixemos nosso saco de problemas no trabalho. Diante disso, a pergunta que surge é: onde colocar nosso saco de problemas? Realmente é uma boa pergunta. E é justamente por isso que para tornar-se um profissional de sucesso é necessário que tenhamos equilíbrio emocional, pois não importa quais problemas tenhamos de caráter pessoal, nossos colegas de trabalho, subordinados, diretores e gerentes, enfim, as pessoas como um todo não tem culpa deles e não podemos descarregar esses problemas neles.
Quando falamos em equilíbrio, emocional, é importante avaliar também as situações adversas pelas quais todos os profissionais passam. É justamente aí que surge o momento da verdade que o profissional mostrará se tem o equilíbrio emocional.
Marketing Pessoal
O marketing pessoal pode ser definido como o conjunto de fatores e atitudes que transmitem uma imagem da pessoa. Os fatores a que me refiro incluem vestimenta como um todo, os modos pessoais, o modo de falar e a postura do profissional diante dos demais.
Referindo-se à vestimenta, cabe salientar que o profissional deve vestir-se adequadamente ao ambiente em que está inserido. Se a sua empresa adota um padrão formal, obviamente a sua vestimenta deve estar em conformidade com ela e o mesmo se refere a uma entrevista de emprego. Da mesma forma, seria um contra-senso usar terno e gravata para trabalhar em uma linha de produção. Portanto, a regra básica é vestir-se em conformidade com o ambiente de trabalho.Comportamentos que o profissional deve evitar:
Vou destacar alguns dos defeitos que além de prejudicar a ambientalização dentro da empresa, caracterizam tais pessoas como maus profissionais:• Aquele que fala demais
Já viu aqueles profissionais que são os primeiros a propagar as notícias ou as “fofocas” dentro da empresa? Costumo chamar tais profissionais de locutores da “rádio peão”. Recebem uma informação, sequer sabem se são confiáveis, mas passam adiante e o que é pior, incluindo informações que sequer existiam inicialmente, alterando totalmente a informação recebida. Cuidado para não ser um destes.
• Aquele que fala mal dos outros 
São aqueles profissionais, se é que existe algum profissionalismo nisso, que insistem em falar sobre seus colegas de trabalho, longe destes é claro, aquilo que com certeza não seriam capazes de falar na frente deles. Por isso, a regra é: Se você não tem coragem de falar algo na frente do seu colega, nunca fale pelas suas costas.
• Aquele que vive mal-humorado 
Esses são, sem dúvida, uns dos mais evitados pelos outros colaboradores. Existe algo pior do que conviver com quem vive reclamando da vida ou que vive de mau humor? Pessoas de “mal com a vida”, repelem as outras pessoas de perto delas. Ninguém tem a obrigação de estar sorrindo todos os dias, mas isso não significa que temos o direito de estar sempre de mau humor. A propósito, como está seu humor hoje?
• Aquele que não tem higiene pessoal 
Somente o próprio profissional é capaz de conseguir conviver com ele mesmo. Isso porque o corpo dele está condicionado a suportar isso. Conheço pessoas, que tem um odor tão acentuado (falando de forma educada), que não consigo permanecer mais do que cinco minutos conversando com elas. Um bom banho faria bem não só a ele, mas como todos a sua volta.
• Aquele que não respeita os demais
O respeito aos outros é fundamental para o convívio em grupo. Já presenciei casos extremos de falta de respeito, pois existem profissionais que não sabem respeitar seus colegas. Infelizmente, parte dessas pessoas estão em cargos de direção. Tive um chefe no meu primeiro emprego que tinha uma campainha para chamar as pessoas. Quando ele tocava uma vez, secretária atendia, quando ele tocava duas vezes, era eu, o office-boy. Bem, além de ser uma falta de respeito usar uma campainha para chamar “seres humanos” muitas vezes fui chamado lá e ele nem sabia porque tinha me chamado. A maior lição que tirei disso é que eu não devia nunca mais ter chefe. Por isso me tornei empreendedor.
Aquele que é egoísta 
O egoísmo é algo difundido nas empresas até mesmo porque a competitividade interna é muito grande. Pensar somente em si mesmo o tempo todo não é a melhor alternativa para o profissional. Por isso cuidado, pois um dia a vítima pode ser o próprio egoísta.
• Aquele que brinca demais 
Brincar é bom, desde que as brincadeiras sejam saudáveis, num clima de respeito e equilíbrio. Aqueles que brincam a todo o momento são pessoas extremamente inconvenientes e irritam quem está a sua volta. Isso tira a credibilidade do profissional e pode lhe trazer problemas com a ambientalização.
• Aqueles que são inflexíveis

Já observou aqueles profissionais que são os únicos que se acham certos? Pois bem, isso é um grande problema para a convivência em grupo. É importante que todos nós tenhamos em mente que não estamos certos o tempo todo e nem tampouco precisamos fazer valer perante os outros as nossas próprias idéias a todo o momento.

As qualificações, comportamentos e atitudes dos bons profissionais são muitas e estão em constante mudança. Mas com certeza aqueles que procuram o auto-aprimoramento estarão mais bem preparados para tornarem-se excelentes profissionais.


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