Coluna Gestão e Negócios: Saiba como adquirir as competências que o mercado de trabalho exige.

Saiba como adquirir as competências que o mercado de trabalho exige.

O mercado de trabalho esta cada vez mais exigente muito se fala sobre as competências que o mercado exige de um profissional uma coisa é certa cada vez mais esta se chegando a conclusão que competência técnica só não basta é preciso ter capacidade de executar tarefas e ter um ótimo desempenho. Muitos especialistas dizem que o profissional deve ter uma lista de competências pessoais e sociais capaz de despertar o interesse das empresas. Entre as principais estão: capacidade de lidar com a sobrecarga de trabalho e informação, capacidade de inovação e de descobrir oportunidades, capacidade de liderar pessoas e trabalhar em equipe, lidar com situações divergentes e buscar sempre a harmonia entre as situações conflitantes.

Às vezes pensamos que podemos desenvolver essas competências apenas através de um curso, mas não, podemos buscar livros, fóruns de discussão e redes sociais. Os temas mais indicados são: administração do tempo; organização de documentos; gestão de pessoas; desenvolvimento da comunicação ou ate mesmo inteligência emocional estão entre os mais indicados.

Agindo dessa maneira o profissional revê suas praticas e analisa se a atitude que ele esta tendo hoje ira conduzi-lo aos seus objetivos pessoais ou os da empresa, outra maneira de se atualizar é ler livros, jornais ou revistas especializadas.

Uma das atitudes que um profissional precisa praticar um Autocoaching , “É você aplicar a metodologia do coaching em você mesmo para atingir seus objetivos mais rapidamente.” Como diz Fernando Viel em seu artigo Autocoaching publicado neste Site.

Para que não se corra o risco de não ter essas novas competências desenvolvidas devemos sempre monitora-las através de feedback de colegas de trabalho ou do própria chefia imediata, outra maneira é fazer avaliações periódicas porem essas auto avaliações precisam ser bem conduzidas porque a tendência sempre é enxergar o que queremos e não o que precisamos, o importante nesse processo é que quando identificamos uma deficiência seja traçado um plano de ação com a descrição do que será feito e o prazo para isso ocorrer.

Uma coisa é certa, para que um processo como esse de certo tanto o gestor e o profissional devem fazer o monitoramento.

Adaptado da reportagem de Luciana Calaza para o jornal O Globo

Negócios

@ O Banco Panamericano, do Grupo Silvio Santos, confirmou na manhã de hoje (28/01) que está negociando sua possível venda para outras instituições financeiras desde a última semana.

@ O Bradesco, BTG, Safra e Santander querem comprar o Banco Panamericano, há dois grupos de interessados, os que ganham com sinergias e os que estão interessados em um novo mercado.

@ Rombo no Panamericano chega a R$ 4 bilhões. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o rombo no banco Panamericano, instituição financeira do grupo Silvio Santos, deve chegar a R$ 4 bilhões, R$ 1,5 bilhão a mais do que apontava o Banco Central, em novembro de 2010.

@ Momento de decisão para a Renault a montadora francesa vive seu melhor período no Brasil. Mas seu resultado depende das vendas de apenas dois carros. Para mudar isso, ela promete investir R$ 1 bilhão até 2013. O seu crescimento está alicerçado no veterano Clio e no Sendero.

Resumo comentado das notícias da semana (Fique por dentro!)

( Blog Míriam Leitão) http://oglobo.globo.com/economia/miriam/

Licença parcial para Belo Monte – O presidente interino do Ibama deu uma licença parcial que vai provocar um dano permanente, porque autoriza a “supressão da vegetação” para instalação de canteiro de obras, escritório, terraplanagem e alojamentos de trabalhadores. O Ministério Público entrou com uma ação contra a concessão dessa licença. Mas o que acontecerá com a vegetação se a licença definitiva não for dada? O presidente substituto do Ibama, Américo Ribeiro Tunes, diz que teriam de replantar tudo de novo. Estamos falando de um terreno de 238 hectares, que tem até 64 hectares em área de preservação permanente.

Fórum Econômico Mundial – Começou esta semana, em Davos. Sarkozy defendeu regulação do preços das commodities para evitar nova crise de alimentos. Stiglitz, prêmio Nobel, está mais pessimista: acha que em 2011 o crescimento será mais fraco, enquanto Roubini diz que o risco de uma recessão global diminuiu.

Taxa de desemprego é a menor da história – O IBGE divulgou esta semana que caiu para 5,3% a taxa de desemprego em dezembro, a menor marca em oito anos, desde que teve início a série histórica. Em 2010, a taxa média ficou em 6,7%, outro recorde de baixa. Mas isso não significa que haja pleno emprego no Brasil, porque há muitas desigualdades regionais, de faixa etária, sexo e cor.

Ata do Copom – No documento divulgado esta semana, que traz justificativas para o início do ciclo de alta dos juros, o BC mostrou preocupação com o avanço da inflação por conta da alta das commodities e dos alimentos. Também deu um recado ao governo ao dizer que o controle dos gastos é fundamental para que a política monetária não seja mais restritiva, ou seja, para que o aperto não seja mais forte. O próprio FMI falou em preocupação com a deterioração fiscal do Brasil.

Contas públicas – A maquiagem não escondeu tudo, e o ministro Guido Mantega admitiu que não se atingiu a meta de superávit primário em 2010.

Inflação em alta – O IGP-M, conhecido com inflação do aluguel, acelerou para 0,79% em janeiro – alta de 11,5% em 12 meses, enquanto o IPCA-15, prévia da inflação oficial, acelerou para 0,76%. Neste caso, em 12 meses, está em 6,04%. Alimentos subiram menos do que no mês anterior porque houve um alívio em preços de alguns produtos que saíram da entressafra, como a carne, mas houve pressões de outros grupos, como dos transportes.

Obama fala do desafio de vencer o futuro – Em discurso no Congresso, o chamado “State of the Union”, o presidente dos EUA Barack Obama falou da importância de se investir em educação para geração de empregos. Disse que esse é o momento “Sputinik” da atual geração. O paralelo é com um momento em que o país, desafiado pelo poder soviético, deu um salto tecnológico. Quer investimentos em inovação, tecnologia, energia limpa e reduzir impostos de todas as empresas, não só das que têm lobby forte. O tema que ocupou maior espaço no discurso foi educação. Falou também que virá ao Brasil.

PIB dos EUA cresce 3,2% no 4º tri – A prévia foi divulgada hoje. A alta de 3,2% em relação aos três meses anteriores (dado anualizado) foi puxada pelo aumento no consumo das famílias.

Crédito: fatia maior do PIB – O volume de crédito oferecido pelos bancos cresceu 20,5% em 2010. Em relação ao PIB, o crédito passou a representar 46,6%. Mas alguns dados já mostram efeito das medidas de aperto, como a alta na taxa de juros dos empréstimos ao consumidor.

Contas externas, sinal amarelo – O Brasil fechou 2010 com déficit de 2,2% do PIB no balanço de transações correntes, a conta externa ampliada. Em valor é recorde, US$ 47,5 bi, mas não é em percentual do PIB. O Brasil, hoje, tem reservas altas e dívida externa pequena, mas o número preocupa. Principalmente porque há desequilíbrios grandes nas contas de serviço e turismo.

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