Coluna Gestão e Negócios: A Gestão e o Carnaval

Coluna Gestão e Negócios – Pedro Paulo Galindo Morales – Coluna Gestão e Negócios

Esta coluna é publicada aos sábados

A GESTÃO E O CARNAVAL

Como o espaço desta coluna é para escrever sobre gestão e estamos no carnaval nada mais conveniente usá-lo para falar um pouco de gestão no carnaval. Esta é uma época que todo o país esta em festa época de alegria e entusiasmo , algumas pessoas exageram , bebe muito e arriscam a vida, agem como sua vida tivesse apenas quatro dias. O que uma festa pode ter a ver com a gestão? A festa para ser preparada precisa de muito planejamento para que a festa aconteça, bandas são contratadas, bebidas compradas e comidas têm que ser preparadas de uma forma que atendam  todos , o policiamento reforçado e a saúde do município reforçada através de compras de medicamentos ou reforço nos plantões.

Assim como as prefeituras e empresas as pessoas também devem se planejar para os quatro dias de folia.  Como vemos o carnaval é um excelente exemplo de gestão, pois como é que as pessoas iriam se divertir nestes eventos? Para quem gosta de carnaval procure organizar a festa de modo que tudo ocorra com paz e tranqüilidade. Para os que não gostam tanto assim de carnaval esses quatro dias é um ótimo momento para sair da rotina, descansar e planejar o seu negócio ou até mesmo os próximos passos em sua vida. Mesmo que você queira parar esses quatro dias , é muito justo, mas lembre-se a gestão deve estar em tudo que fazemos.

Bom Carnaval e boa gestão! !

NEGÓCIOS

@ SEIS FORMAS DE APROVEITAR O CARNAVAL LONGE DO SAMBA 1. Fugir da rotina, como se fosse um período sabático, 2. Pôr as leituras e filmes em dia. 3. Reforçar networking 4. Buscar e atacar a deficiência em alguma área profissional 5. Visão de futuro faça uma reflexão estratégia do que você quer para seu futuro 6. Estabelecer metas e mapas, longe da rotina é um bom período para escolha dos caminhos que vão ser percorrido para se chegar aoobjetivo. (Fonte: Exame.com)

@ PRODUTOS DE BELEZA NA CLASSE C – O consumo de produtos de beleza e higiene cresceu entre as classes mais baixas, entre 2003 e 2010, de acordo com levantamento feito pelo instituto Data Popular divulgado nesta terça-feira. De cada 100 brasileiros que gastam com creme corporal, por exemplo, 53 são da classe C. (Rubens Frota- O estado/CE)

@ CRÉDITO PARA EMPRESAS VAI CAIR – A Serasa aponta que, ainda neste semestre, vai haver restrições de crédito às empresas, a exemplo do que já vem ocorrendo com o crédito aos consumidores, desde dezembro. (Rubens Frota- O estado/CE)

@ SCHIN, R$ 600 MILHÕES E UMA LOURA A Schincariol, com uma fábrica em Horizonte (CE), pretende investir R$ 600 milhões em 2011. No ano passado faturou R$ 5,7 bilhões, num ritmo de crescimento de 15%. A meta é pelo menos empatar com 2010. Os investimentos em 2011 são 40% menores. Parte do dinheiro sairá do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em tempo: a marca Devassa terá como garota propaganda a cantora Sandy, agora loura. O conceito é “todo mundo tem um lado devassa”. É, pode ser. O portfólio completo da Schincariol é de 11,6% do mercado brasileiro de cervejas. (Vertical S/A – O Povo/CE)

@ VENDAS DE VEICULOS – As vendas de veículos novos no Brasil em fevereiro foram às melhores já registradas para o mês e não sofreram impacto de medidas de contenção do crédito tomadas pelo Banco Central no final de 2010. (Rubens Frota- O estado/CE)

Resumo comentado das notícias da semana (Fique por Dentro! )

( Blog Míriam Leitão) http://oglobo.globo.com/economia/miriam/

PIB cresce 7,5% em 2010 – O IBGE divulgou o que já era esperado: a economia se recuperou e o PIB do ano passado cresceu 7,5%, a maior alta desde 1986. É para se comemorar. Houve aumento do investimento (21,8%), do consumo das famílias (7%) e todos os setores registraram alta, com destaque para a indústria (10,1%). O Brasil passou a ser a 7ª economia do mundo.

É uma grande notícia, mas temos agora de pensar no futuro. Esse recorde está muito acima do chamado crescimento potencial, que é a capacidade do país crescer sem gerar inflação. Para este ano, temos algumas preocupações. A inflação está em alta por vários motivos, entre eles, por causa do aumento dos gastos do governo no ano passado por razões eleitorais.

BC eleva taxa de juros – O Copom decidiu subir a Selic em meio ponto percentual, para 11,75% ao ano. O BC não tinha outra saída. Há uma inflação generalizada. A conta chegou agora, porque no ano passado o governo gastou demais e demorou para retirar as medidas de estímulo à economia.

Inflação recua um pouco – O IBGE divulgou hoje que a inflação oficial (IPCA) teve alta de 0,80% em fevereiro, desacelerando em relação a janeiro (0,83%). Educação foi o que mais pressionou, por conta da alta das mensalidades. Mas o acumulado em 12 meses subiu de 5,99% para 6,01%, ficando ainda mais perto do teto da meta (6,5%).

Governo detalha corte de gastos – Guido Mantega, da Fazenda, e Miriam Belchior, do Planejamento, detalharam os cortes de gastos no Orçamento. Há propostas concretas, como o adiamento da compra dos caças, e outras meio duvidosas. Disseram, por exemplo, que vão gastar menos com seguro-desemprego e abono salarial, mas ainda será feita uma investigação para descobrir possíveis fraudes. No mesmo dia da tesourada, o governo anunciou que o Tesouro injetará mais recursos no BNDES. Isso é colocar mais lenha na fogueira da inflação.

Produção industrial fica estável – Muitos economistas estavam prevendo queda, mas a pesquisa do IBGE mostrou que a produção industrial cresceu 0,2% em janeiro, depois de dois meses de resultado negativo.

Carga tributária sobe para 35,12% do PIB, segundo IBPT – O brasileiro pagou R$ 1,2 trilhão em impostos em 2010, o que significa que a carga tributária subiu de 34,41% para 35,12% do PIB.

Mais empréstimo ao BNDES – Depois de anunciar corte de R$ 50 bi e elevar a taxa de juros, o governo anunciou ontem uma transferência de R$ 55 bilhões ao BNDES. Isso vem sendo feito desde 2009, mas prejudica o esforço do BC em conter a inflação.

Strauss-Kahn no Brasil – Na entrevista exclusiva que me deu, o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, falou sobre a economia brasileira. Ele acha que é hora de desacelerar. Defendeu também uma política fiscal mais rígida e disse que o problema estrutural do país é a falta de poupança. Para Strauss-Kahn, a crise no Norte da África pode sim afetar a economia mundial, mas que o mais importante, agora, é comemorar a avanço democrático.

Conflitos na Líbia – Os confrontos continuaram esta semana. A ONU suspendeu a Líbia do Conselho de Direitos Humanos, decisão que deixa o ditador Kadafi ainda mais isolado. Só a Venezuela foi contra. O presidente Obama cogitou a possibilidade de uso da força militar, com apoio internacional, se a situação no país se tornar uma crise humanitária. E o preço do petróleo voltou a subir devido ao temor de que os protestos se intensifiquem no Irã e na Arábia Saudita, onde já foram convocados protestos.

Belo Monte – A Advocacia Geral da União (AGU) derrubou no TRF a liminar concedida pela Justiça do Pará que suspendia a licença do Ibama para a instalação do canteiro de obras de Belo Monte. Eu adiantei, no dia 28 de fevereiro, aqui no blog que isso aconteceria, porque o TRF tem usado excessivamente o instrumento jurídico de suspensão de segurança, resquício do governo militar, para derrubar todas as liminares, mesmo que sejam bem fundamentadas.

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