Coluna Gestão e Negócios: O Terremoto no Japão

Coluna Gestão e Negócios – Pedro Paulo Galindo Morales – Coluna Gestão e Negócios

Esta coluna é publicada aos sábados.

O Terremoto no Japão

O que aconteceu Sexta Feira passada no Japão deve servir de alerta para todo o mundo, o desequilibro da natureza causado pelo homem  esta cada vez mais comprometendo o planeta   o terremoto-tsunami-acidente nuclear levou muitas vidas e comprometeu muitas outras , do ponto de vista econômico o acidente também foi grande perda houve a  devastação da infraestrutura de produção de energia, de empresas e instalações industriais, de portos e estradas. Há uma perda da paralisia da produção de inúmeras empresas que estão na cadeia produtiva mundial, com a globalização. Com uma economia totalmente integrada, a cadeia japonesa se especializou em fornecimentos imediatos, sem a prática de formação de estoques. Com o terremoto, toda essa logística foi afetada e isso quer dizer que as empresas do Sul do país podem sofrer de falta de produtos, mesmo que não tenham sido atingidas diretamente. O Itaú Unibanco acha que a economia mundial pode ser afetada pela crise japonesa por diversos canais: menor crescimento japonês; diminuição do comércio global; queda nas bolsas; aumento de custos com energia, principalmente por causa do petróleo, promovendo inflação. O resultado pode ser um PIB mundial mais fraco este ano. Nesse cenário tudo pode acontecer mas uma coisa é certa o povo japonês é de extraordinária capacidade de superação e fiquemos certos que eles irão superar mais essa crise.  ( Adaptado do Blog Miriam Leitão)

NEGÓCIOS

@ O Japão é responsável por cerca de 40% dos componentes eletrônicos produzidos no mundo empresas como Panasonic, Fuji, Nikon e Canon fecharam suas fábricas nas áreas afetadas pelo terremoto, dificultando, por exemplo, a produção de câmaras digitais e lentes. A Toyota e a Sony também teriam interrompido a produção nas suas unidades. (Blog Miriam Leitão)

@ Fortuna maior que PIB – A fortuna do homem mais rico do mundo, o mexicano Carlos Slim, estimada em US$ 74 bilhões, é maior que o PIB de países como Uruguai (31 bi), Tunísia (39 bi) e Bulgária (49 bi). (Rubens Frota- O estado/CE)

@ A fartura de crédito que marcou o governo Lula, e ajudou na ascensão da classe C, começa a exibir seu lado nada fantástico. O comprometimento da renda do brasileiro com o pagamento de dívidas aumentou 6,9 pontos percentuais (46,6%) entre 2003 e 2010, segundo cálculos da LCA Consultores. De acordo com o BC, em janeiro de 2003, o brasileiro precisava destinar 14,6% do seu ganho familiar mensal para a quitação de débitos. Oito anos depois, em dezembro de 2010, esse percentual havia passado para 21,4%. (Rubens Frota- O estado/CE).

@ O pensamento vivo de Lupi ,  o presidente Lula deixou o Governo, mas permaneceu lá como frasista o ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi. O PDT já não está bem na fita com a presidente Dilma e ele ainda fragiliza mais ao cometer a gafe do ano até hoje. O que dizer da leitura do ministro sobre o terremoto do Japão? Para ele, haverá perdas para indústrias brasileiras que exportam para lá, mas só no curto prazo. Depois, analisa, haverá novas encomendas para a reconstrução das cidades japonesas. E finalmente a frase: “Você perde por um lado, mas aumenta por outro. Então o saldo deve ser positivo”.  Infeliz o comentário. Constrangedor para o Governo Brasileiro.  (ColunaVertical- Jornal O Povo/CE)

@ Anuncie aqui , Jason Sadler teve esta sacada e resolveu virar o jogo. Começou o negócio em 2009, cobrando 1 dólar por dia de quem quisesse anunciar nas suas roupas. A procura foi tanta, que três meses depois já cobrava mais de 100 dólares por espaço em sua camiseta. (Portal Exame)

@ Com um ano de vida, o negócio já havia faturado 70 mil dólares. Hoje Jason tem um time de colaboradores que literalmente vestem a camisa da empresa e um anuncio custa em média 1 mil dólares por dia. Com o logo da empresa patrocinada no peito, os colaboradores fazem fotos e vídeos criativos e os distribuem nas redes sociais. Sadler espera faturar meio milhão de dólares. (Portal Exame)

@ A subsidiária brasileira da Unilever se prepara para estrear na venda porta a porta no Brasil, com uma nova categoria de produtos – um purificador de água. Dona de marcas como os sabonetes Dove e as bebidas a base de soja Ades, a anglo-holandesa Unilever desenvolveu os purificadores Pureit na Índia, em 2005, hoje vendidos em países como Indonésia e México, também com o modelo de parceiros de venda direta. Para fazer o produto chegar à casa dos consumidores, a Unilever fechou uma parceria com a Jequiti, empresa de venda direta de cosméticos do grupo Silvio Santos. (Portal Exame)

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