Coluna Gestão e Negócios-Como é difícil reconhecer nossas fraquezas

Pedro Paulo Galindo Morales

Esta coluna é publicada aos sábados

Como é difícil reconhecer nossas fraquezas.

Leitores. Foi realizado pelo jornal americano Financial Times uma pesquisa com executivos americanos a seguinte pergunta “Quais são suas três piores características?” Muitos executivos responderam ao questionário com frases como: não gostam de coisa errada, não tem paciência com pessoas de raciocínio lento ou não admitem baixa qualidade, virtudes necessárias aos executivos porem o que Lucy Kellaway percebeu ao tabular os resultados foi que qualquer fraqueza é admissível, desde que seja uma qualidade. Nessa pesquisa apenas três lideres citaram defeitos verdadeiros como “tenho o péssimo hábito de chegar atrasado”; outro “não ouço com atenção” e só um deles, segundo Lucy, falou exatamente a verdade: “meu defeito é o excesso de ego”.

Lucy elaborou uma lista a qual chamou dos sete pecados mortais mais comuns desses executivos são eles:

  1. São fanáticos por controle;
  2. São vazios;
  3. Agem de forma hesitante e confusa;
  4. Não ouvem;
  5. São intimidadores;
  6. Têm medo de conflitos;
  7. Só conseguem conversar sobre negócios.

Poucos executivos conseguiram fazer uma autocritica, reconhecer seus defeitos e apesar de existirem técnicas como “coaching” e avaliação de 360º elas não estão resolvendo o problema, porque além dos lideres não reconhecerem seus pontos fracos, poucos liderados falam a verdade para aquelas que detêm o poder.

As pessoas tem o costume de não ver seus próprios defeitos, temos medo de saber como os outros nos vem. Precisamos fazer esse exercício porque se não enxergamos nossos defeitos corremos o risco de andar para traz. Sendo assim devemos sempre valorizar a opinião alheia e ter a sensibilidade para enfrentarmos nossas fraquezas de frente porque quando reconhecemos nossas fraquezas nos tornamos mais humanos, conseguimos entender melhor as pessoas. E você tem se olhado em algum espelho falso? Vamos refletir sobre isso!

(Temas do Professor Marins)

“Worlidays” ajudam a ficar longe sem perder o contato.

Excelente artigo de Lucy Kellaway colunista do jornal americano Financial Times publicado no Jornal Valor Econômico. A colunista traz o conceito de “Worlidays” criado para férias com um pouco de trabalho. Para ela é o futuro da maior parte dos trabalhadores profissionais e, na verdade, ao contrário do que a maioria das pessoas poderia pensar, ela diz que é muito bom, pois a colunista consegue ler e-mails e escrever artigos olhando para o um riacho ao mesmo tempo em que saia para caminhar e acendia uma churrasqueira do lado de fora de casa para preparar umas linguiças. Segundo Lucy Kellaway esse sistema permite que não fiquemos estressados tanto quando vamos sair de férias quando retornamos porque reduz a pressão ao mesmo tempo em que não se fica por “fora” dos assuntos corporativos. Esse sistema te que ser bem dosado para que as pessoas ambiciosas não deixem de tirar férias e que para as pessoas que ficam em casa, se prendam ao celular ouvindo o toque de mensagem recebida a cada momento e estraguem suas férias. Não é preciso perder o contado com o mundo quando se esta de férias, mas também é preciso filtrar os assuntos de trabalho.

NEGÓCIOS

@ Philips aumenta cortes de custos em 60%.

A empresa cortara seus custos em 60% motivada por aumento nos preços de matérias-primas, corte de verbas públicas para a saúde e por fraqueza nos mercados consumidores e de construção. A meta é meta de corte de custos para 800 milhões de euros, dos 500 milhões de euros anunciados em julho. A companhia acredita que atingirá as metas financeiras de 2013 apesar da incerteza da economia global.

@ Bancos demitem mais.

A crise econômica faz com que os maiores bancos globais aumentassem o ritmo de demissões entre os que mais demitiram estão por ordem Bank of America, 36.000, HSBC 30.000 e Lloyds Banking 16.800.

@Para vencer o apagão de talentos

Com a demanda por profissionais em alta no país, as empresas brasileiras cada vez mais investem na formação de liderança são aulas de estratégia, empreendedorismo e trabalho em equipe. A tendência atual do mercado é focar não apenas em metas financeiras mas em questões comportamentais que tem se mostrado um grande problema.

@Empresas privadas de entregas já substituem Correios.

Segundo o presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, 32% dos 109 mil empregados aderiram ao movimento, o que vai provocar um crescente atraso na entrega de correspondências, sabe quem paga os juros ou corre de um lado para o outro o cliente. Outro dia vi uma senhora no supermercado tentando pagar uma conta cujo código de barra não conseguia ser lido pelo equipamento do caixa, segundo o operador isso tem sido uma rotina.

@ Colapso grego pode superar custo da Lehman Brothers.

No aniversário de três anos do estouro da última crise, Credit Suisse calculou perdas de € 184 bilhões dos bancos europeus, contra prejuízo potencial de € 213 bilhões na crise dos títulos soberanos em 2011.

 Coluna escrita em 16/09/2011.

pedropaulomorales@yahoo.com.br

Esta coluna é publicada também no administradores.com

 

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