Cuide do corpo. Do corpo inteiro.

Por Kelly Gallinari

Esta Coluna é publicada as Segundas Feiras

Hoje, eu estava mais quieta que o habitual, preocupada com um de meus tios que está no hospital com problema de saúde. Ele é cardíaco e terá de colocar ponte safena.

Nosso corpo é, realmente, uma máquina engrenada. Temos órgãos vitais que lideram o funcionamento dos outros. Temos órgãos essenciais que sabem bem qual o seu papel neste mecanismo e que recebem comandos dos vitais para cumprir seus deveres. Também tem o sangue, ocomunicador, que liga todo o corpo, levando e trazendo informações, abastecendo
todo o organismo com o necessário.

A estratégia? Viver.

Que engajamento, minha gente!

O problema mesmo é quando alguém resolve não trabalhar direito, não cumprir com seus deveres. Basta qualquer parte ‘desfuncionar’ e todo o restante é comprometido. Aparecem as doenças, o organismo fica debilitado e já não entrega mais o seu melhor.

É necessário intervenção.

Se o problema é nos órgãos vitais, rapidez no conserto. A liderança não pode funcionar pela metade e deixar de dar os comandos, mandar a informação correta e inteira. Conserta, treina ou troca. A falha de um destes pode ser fatal, afinal de contas, os órgãos liderados sempre irão precisar dos vitais para cumprir seu papel. Eles ainda são liderados e, liderados, necessitam da vitalidade dos ‘grandões’.

Agora se o problema for nos órgãos essenciais, muito cuidado no prognóstico. Apesar de não serem vitais, eles enriquecem o funcionamento do organismo. Temos dois rins e vivemos apenas com um, no entanto, dois fazem mais. Um pulmão sadio contribui melhor que aquele já debilitado pelo cigarro, por exemplo. Diagnosticar o problema no início é fundamental. Agir, imediatamente, é segurança de que os liderados, ou essenciais, continuarão cientes da sua função e  sua importância no todo. Cientes disso e lembrados constantemente, os essenciais agirão positivamente.

Também há as artérias e veias. O setor de malote do corpo humano, também conhecido como Comunicação. Principal função: engajar. Levam e trazem informações, materiais, alimentação para todo e qualquer canto. E importante: levam aquilo que recebem dos vitais e essenciais. Se alguém despachar algo errado, é assim que vai chegar no outro canto. Comprometendo a execução do trabalho do outro. Este setor precisa funcionar por inteiro.

É, minha gente, todos nossos esforços devem estar do lado da prevenção. Cuidar da organização, digo, do corpo é mais do que estar ciente de que tudo está indo bem. É vigiar, também.

Consultar especialistas para exames de rotina é fundamental e saudável para garantir que está bem e/ou tomar ações imediatas.

Eu estou sempre sou a favor da Vida, por isso, vigio.

E você, caro leitor, como está a sua vigilância? Atenção para não funcionar pela metade quando poderia dar o seu todo,

Todos a favor da Vida, minha gente. Recuperar-se de uma falência é mais difícil do que a prevenção.

Abraços e até mais,

Kelly Cavalcanti Gallinari – Coach

www.ecoach.com.br

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