A PepsiCo chora o chocolate derramado – ISTOÉ Dinheiro

A chegada de produtos contaminados às prateleiras desafia a empresa a evitar a corrosão na imagem do Toddynho, uma de suas principais marcas no País.

Por Marcelo CABRAL

O dia mal começou a clarear às 5h30 da terça-feira 23 de agosto, e o trabalho já era intenso na fábrica da PepsiCo, em Guarulhos, na Grande São Paulo. Não havia tempo a perder: das nove linhas de montagem instaladas no local saem diariamente 1,1 milhão de embalagens de 200 ml de Toddynho, o chocolate líquido campeão de vendas no País. Uma das máquinas de envasamento – processo no qual o produto é colocado dentro das caixinhas – interrompe seu trabalho por cerca de uma hora para ser limpa com uma espécie de detergente. Trata-se de um procedimento rotineiro. Desta vez, porém, havia algo errado: a máquina voltou a trabalhar de repente. Em vez de chocolate, as embalagens recebem uma mistura química com PH de 13,3, equivalente ao da soda cáustica ou da água sanitária.

A PepsiCo chora o chocolate derramado – ISTOÉ Dinheiro.

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