4 motivos para desenvolver o hábito de anotar

Por Flávio Emílio

Esta coluna é publicada aos domingos

Vivemos uma época de excesso de informações. Tal qual tentar nadar num rio caudaloso, somos envoltos por um turbilhão de dados e informações todos os dias. Relevantes ou sem importância, atualizadas ou ultrapassadas, verdadeiras ou falsas, pessoais ou profissionais, o bombardeio informacional é intenso. Tão grande ele é, que nossos cérebros têm dificuldades em processar e armazenar um volume tão grande de informações. Quem já não ficou com “raiva” de si próprio por haver esquecido algo de extrema importância e urgência? Mesmo aqueles que vivem se gabando de ter uma memória privilegiada, já foram traídos por ela – ainda que jamais admitam.

Procuro enfrentar essa batalha diária usando um prosaico objeto: um caderno. Sim! É isso mesmo! Um simples caderno… Tenho este hábito a exatos cinco anos. Um caderno por ano. Ando com ele para todo lugar, junto com o notebook (que significa caderno, também). Nele anoto ávida e disciplinadamente [nem sempre de forma organizada] todo tipo de informação que julgo útil. De datas e compromissos, a sínteses de reuniões, projetos, ideias, pauta para o Drops de Carreira, dentre outras…

Já me perguntaram porque eu nunca substituí o analógico caderno por um tablet. Dei dois motivos: com o caderno as anotações fluem muito mais rápido – abriu, anotou, fechou e pronto. Outra vantagem é que em caso de queda do caderno, eu o apanho do chão, limpo a poeira e continuo a usá-lo. Já com um tablet…

Há pessoas que usam agendas, post its, quadros brancos ou mesmo soluções mais “tecnológicas”. Seja qual for a sua preferência, as vantagens de se registrar informações são várias:

  • Libera a mente para raciocinar de forma mais solta, sem precisar perder tempo e a paciência tentando lembrar coisas importantes;
  • Permite o resgate de informações passadas, sem maior esforço;
  • Facilita na hora de priorizar o que é urgente e importante;
  • Reduz drasticamente esquecimentos e lapsos de memória.

Dezembro está caminhando para o fim. O caderno de 2011 está bem surrado, pelo uso contínuo. Tal qual a época de escola, a versão 2012 já está a postos, esperando a hora de estrear como grande aliado e “assessor” eficiente para registro da informação.

Flávio Emílio Monteiro Cavalcanti é administrador e Mestre em Gestão de Recursos Humanos .

http://dropsdecarreira.com.br/blog/

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