Você mantém objetos pessoais na mesa de trabalho?

Por Flávio Emílio

Esta coluna é publicada as Sextas Feiras e aos Domingos

Um número crescente de organizações têm buscado humanizar seus ambientes de trabalho, como forma  de aliviar as pressões do dia a dia e proporcionar qualidade de vida no trabalho às pessoas que lá permanecem cerca de 8 horas por dia. Uma das estratégias mais difundidas é a permissão dada aos colaboradores para manter em suas mesas de trabalho objetos pessoais, em geral, trazidos de seus lares.

Os mais populares são:

  • Porta-retratos;
  • Vasinhos de plantas;
  • Canecas
  • Imagens de cunho religioso ou esotérico
  • Brinquedos [miniaturas de  carros, bonecos(as), ursinhos etc]
  • Objetos com escudos de clubes de futebol;
  • Potes com guloseimas;
  • Peças de artesanato;
  • Adesivos e imãs de geladeira
  • Troféus e premiações

A presença de objetos pessoais desperta bons sentimentos nas pessoas, o que pode contribuir decisivamente para que elas trabalhem mais motivadas, pois a empresa as concede um “cantinho personalizado”, criando um ambiente bem familiar e acolhedor. Mas, como tudo na vida, não convém ultrapassar os limites do bom senso. Por isso, é bom ficar bem atento a algumas orientações:

  • Cuidado com o excesso de objetos – Ter a mesa atulhada de coisas pode refletir uma imagem de desorganização e caos, além de dificultar a execução das tarefas em função do espaço reduzido;
  • Seja amigo do bom gosto – Peças feias, bregas, de gosto duvidoso devem ficar bem guardadas em casa, nunca expostas numa mesa de trabalho;
  • Não se exponha demais – Se perceber que a bandeirinha do seu time de coração causa algum tipo de turbulência além da saudável brincadeira, é melhor tirá-la. O mesmo se aplica a fotos íntimas com a família ou ainda objetos religiosos ou de natureza político-partidária. Não se trata de abrir mão de suas convicções, ideais ou preferências. É apenas diplomacia para prevenir conflitos, fofocas e provocações;
  • Discrição no uso de brinquedos – Se você é aficcionado por carrinhos, ursinhos, bonequinhos, miniaturas de aviões, joguinhos ou outros objetos do universo infantil, vá com calma. Leve poucos e em tamanho reduzido. O risco de quem exagera é ser (mal) visto como um profissional imaturo e infantilizado, que não conseguiu superar, por completo, a fase da infância e adolescência. Imagine um diretor de multinacional com uma miniatura do Bob Esponja ao lado do seu notebook…

Se você vem falhando em alguns desses pontos, sugiro corrigir os exageros. Se seu ambiente de trabalho tem sido ‘espartano’ e impessoal, a recomendação é dar um toque mais pessoal. Procure estar cercado de objetos que lhe trazem felicidade. Esse sentimento certamente será transferido para as suas tarefas profissionais!

Flávio Emílio Monteiro Cavalcanti é administrador e Mestre em Gestão de Recursos Humanos .

http://dropsdecarreira.com.br/blog/

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