Cultuando a própria história

PedroPedro Paulo Galindo Morales

Águas passadas não movem moinhos, mas já moveram.

Leitores. Quem já ouviu a frase “Águas passadas não movem moinhos”? Acho que todos. Essa expressão é muito utilizada em situações que precisamos esquecer o passado, ou quando queremos nos referir às coisas antigas, que consideramos ultrapassadas e pensamos que não vão nos atingir mais.

Fico impressionado como os jovens perdem rapidamente as referências da vida, do que já viveram e experiências que talvez sejam únicas. Esses jovens costumam falar “No meu tempo […]”, isso quando eles ainda têm 20 ou 25 anos.

Meu pai costuma dizer que águas passadas não movem moinhos, mas já moveram e, pesando bem, ele tem razão. São as experiências de vida que nos fazem crescer, amadurecer, tentar novamente com mais responsabilidade ou já sabendo o que pode dar errado.

Em minhas pesquisas sobre empresas que não existem mais, encontro vários exemplos do que deu certo ou do que deu errado. Cultuar a história é algo fascinante, aprendemos com tudo o que aconteceu. São exemplos e mais exemplos que precisam ser estudados e analisados para que possamos aprender e refletir.

Nas empresas, o esquecimento dos momentos de dificuldades ou até mesmo de vitórias, é cada vez mais presente. Ninguém se interessa mais pelos fatos que ocorreram. Pense bem: essas histórias poderiam ser de grande valia para resolver os problemas atuais! Talvez os projetos que não foram para frente antigamente, poderiam dar certo hoje, pois a tecnologia agora está muito mais desenvolvida e pode nos auxiliar!

Na nossa vida pessoal, esquecemos que conseguimos resolver diversos problemas que aparentemente não tinham solução. Com a ajuda de Deus e perseverança, todos os momentos difíceis podem ser superados.

Esses exemplos servem para ilustrar como as nossas histórias devem ser preservadas para que não fiquem no esquecimento. Quando se cultua a própria história, entendemos o passado e podemos construir um futuro melhor! Vamos Refletir sobre isso!

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