Tragédia na Yoki – ISTOÉ Dinheiro

O diretor-executivo da empresa, Marcos Kitano Matsunaga, neto do fundador, é brutalmente assassinado, poucos dias antes de a companhia ser comprada pela americana General Mills por R$ 2 bilhões.

Por Marcelo CABRAL

O clima estava pesado na sede da fabricante paulista de alimentos industrializados Yoki, em São Bernardo do Campo, na quinta-feira, 24 de maio. Naquele dia, a gigante americana de alimentos General Mills, dona dos sorvetes Häagen-Dazs, anunciava a compra por R$ 2 bilhões da companhia brasileira, fundada em 1960 pelo imigrante japonês Yoshizo Kitano. O anúncio deveria ser motivo de comemoração. Mas não foi, por causa do desaparecimento de seu diretor-executivo Marcos Kitano Matsunaga, 42 anos, neto do fundador da Yoki e filho do CEO Mitsuo Matsunaga. Ele não era visto desde o sábado 19 de maio, quando esteve no apartamento onde morava com a mulher, a bacharel em direito e técnica em enfermagem Elize Araújo Kitano Matsunaga, 38 anos, e com a filha de 1 ano de idade.

Tragédia na Yoki – ISTOÉ Dinheiro.

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