[Semana da Advocacia] Você, advogado

Bill Gates e o seu chefe

Por Gustavo Rocha

Nesta semana que culmina no dia do advogado (sábado, 11 de Agosto), posts especiais para estes bravos profissionais.

Nada melhor para iniciarmos uma semana especial como esta com um post sobre quem é você, advogado.

Esta figura emblemática, poética, quiçá heróica que batalha todos os dias por justiça e por honorários mais dignos.

Uma profissão honrada como tantas outras, mas com profissionais que a amam ou a deixam, porque ser advogado não é para qualquer um. Tem que ter muitas horas de estudo, paciência, um pouco de psicologia, um pouco de loucura e com a devida sanidade, tem que ser um amante da verdade, embora a verdade pode ser relativa num processo qualquer…

Leo Buscaglia tem um trecho do seu livro Assumindo a sua personalidade que assim dita:

“Não somos prisioneiros do passado. Podemos começar onde estamos. Somos suficientes. Não há ‘outros’ para culpar. Criamos nossa própria armadilha e somos cegos para o fato de que nós mesmos a fizemos.

Quando as coisas não são feitas, somos nós que não a fizemos; quando há equívoco, é nosso também; quando nos encontramos em um estado de tensão ou dor emocional, somos nós que escolhemos estar assim. Se não estamos nos tornando tudo o que somos, somos nós que não estamos mudando, e por isto nós, portanto, devemos sofrer nosso próprio não-ser.

Podemos optar por nascer de novo a qualquer momento.” Leo Buscaglia – Assumindo a sua personalidade

Na advocacia temos esta realidade quase que diariamente, pois o advogado lida com clientes completamente diferentes todos os dias. São situações diferentes com clientes, com juízes, com promotores, com servidores, até mesmo com a moça do cafezinho.

Se cada uma destas situações o advogado não se reinventar, logo enlouquecerá.

O advogado precisa ser ele mesmo, seguro de si, aliado a uma personalidade quase mutante, que se adapta diariamente para sobreviver.

Numa hora podemos ter um cliente que perdeu uma ação, noutra um que ganhou uma bela indenização, noutra ainda uma audiência em que temos que lutar pelo cliente. Se estivermos com o espírito do cliente que perdeu a ação, teremos posto em risco as demais situações.

Para ser advogado precisamos ter muita, mas muita mesmo, inteligencia emocional.

Para ser advogado, precisamos ter também muita vontade, desejo de fazer justiça e ser feliz, pois o sonho é que motiva o sucesso.

Enfim,

Para ser advogado, precisa de tudo isto e muito mais, precisa também de amor, dedicação e paciência, cada dia em doses diferentes…

E como você vê tudo isto, hein? Falo com Você, advogado…

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Sócio da Consultoria GestaoAdvBr

www.gestao.adv.br  |  gustavo@gestao.adv.br

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